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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Bom dia, eu sou a Teresa Freires. São 5 da manhã, hora de atualizar a informação. Para celebrar o 10 de junho, o Presidente da República e o Primeiro-Ministro encontram-se este domingo com alunos e com a comunidade portuguesa no Luxemburgo. A visita oficial ao país termina hoje. Já ontem, António José Seguro elogiou o acolhimento de imigrantes por parte do Luxemburgo, sobretudo de portugueses. Numa sessão no Parlamento do país, o chefe de Estado destacou a comunidade portuguesa no Luxemburgo, disse que é uma comunidade que só existe graças à hospitalidade do país, que deve ser vista como exemplo. Este é um país que abriu as suas portas e o seu coração a gerações de portugueses. Há mais de meio século, os meus compatriotas chegaram a esta terra em busca de um futuro melhor. Encontraram-no, mas também deram o melhor de si para o construir convosco. Num tempo em que tantas fronteiras se erguem e tantas portas se fecham, este exemplo de abertura, de confiança mútua e integração merece ser reconhecido e valorizado. É uma demonstração e um feliz exemplo de que as sociedades mais fortes se constroem pela inclusão, pelo respeito mútuo e pela capacidade de acolher aqueles que desejam contribuir para um bem comum. António José Seguro também já convidou os grão-duques do Luxemburgo a visitar Portugal numa data a agendar. As celebrações do Dia de Portugal vão prosseguir na Ilha Terceira, nos Açores, nos dias 9 e 10 de junho. O Ministro da Agricultura admite que o apoio de €20 milhões anunciado pelo governo para os agricultores responderem ao aumento dos custos de produção é insuficiente. José Manuel Fernandes adianta que está à espera de mais verbas da União Europeia. O governo anunciou recentemente €20 milhões para que os agricultores consigam mitigar o aumento dos custos de produção no setor devido às guerras. José Manuel Fernandes sublinha que Portugal aguarda ainda o financiamento adicional de Bruxelas. Não considero que seja suficiente, porque nós não vamos dispensar o apoio que também vai vir da União Europeia, ainda não sabemos o montante, para este objetivo. E no mercado interno, sem fronteiras, é importante que soluções europeias existam para estas dificuldades, que também são europeias, e para não haver uma concorrência desleal. José Manuel Fernandes, em declarações na Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, este sábado à tarde. O PCP acusou o governo de marcar a discussão da reforma laboral à má fila, por estar com medo e com pressa, mas o partido garante que vai estar atento a possíveis golpadas institucionais. São convicções do secretário-geral do partido, à margem de uma visita à Feira do Livro, em Lisboa. Paulo Raimundo não poupa nas críticas ao executivo liderado por Luís Montenegro, a quem aponta falta de coragem e de firmeza. Aquilo que determina a derrota do pacote laboral é a força, a unidade e a luta dos trabalhadores. Foi assim e assim vai ser. O governo apressado, o governo com receio e apressado. O facto de ter marcado para dia 18, assim à má fila, desculpem a expressão, revela, não revela coragem, não revela firmeza, revela exatamente o contrário. Revela que está com medo e que está com pressa. O que vai derrotar, de facto, o pacote laboral vai ser a continuação da luta dos trabalhadores. Não tenho nenhuma dúvida sobre isso. E já agora, se me permitem, os trabalhadores têm que estar atentos, o PCP estará atento a isso, a manobras, manobras e golpadas do ponto de vista institucional. Cá estaremos para ver o que é que vai acontecer, qual será o desfecho do dia 18. São declarações de Paulo Raimundo, que esteve este sábado à tarde de visita à Feira do Livro, em Lisboa. Na atualidade internacional, as forças norte-americanas dizem ter abatido dois drones iranianos no estreito de Ormuz. O Comando Central dos Estados Unidos diz que estes drones de uso único estavam a ameaçar o tráfego marítimo internacional no estreito. Acrescentam que as forças norte-americanas mantêm-se prontas para continuar a defender agressões iranianas. Antes, o Irão voltou a acusar os Estados Unidos de violar o cessar-fogo. O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão fala em sucessivas violações do acordo. Afirma que tal é prova da falta de vontade dos Estados Unidos de reduzir as tensões. O governante iraniano avisa que estas ações terão consequências e que Donald Trump será responsável pelo possível escalar do conflito. Organização dos Países Exportadores de Petróleo reúnem hoje em Viena para avaliar eventuais ajustamentos aos níveis de produção a curto e médio prazo. O grupo, liderado pela Arábia Saudita e pela Rússia, reúne este domingo na Áustria perante o contexto de aumentos graduais da produção de petróleo. As consequências do bloqueio do estreito de Ormuz estarão também em cima da mesa. Os ministros com a pasta do petróleo da Venezuela, do Irão e da Líbia também se vão juntar a esta reunião. E os líderes de França, Reino Unido e Alemanha reúnem-se hoje com o presidente ucraniano. O encontro entre Emmanuel Macron, Keir Starmer, Friedrich Merz e Volodymyr Zelensky vai decorrer em Londres. Em cima da mesa vai estar o apoio à Ucrânia e o aumento da pressão sobre a Rússia. Os países querem apostar na reativação da diplomacia internacional para tentar envolver a Rússia em negociações de paz. Querem ainda passar o protagonismo da mediação para a Europa e retirá-la aos Estados Unidos. Passamos para o desporto, numa altura em que já se faz a contagem decrescente para o Mundial. Portugal passou no primeiro teste e venceu o Chile por duas bolas a uma. A segunda parte do jogo arrancou com o marcador a zeros. Gonçalo Guedes e Bruno Fernandes marcaram os dois gols da equipa das Quinas. No final da partida, o selecionador nacional, Roberto Martínez, admite que gostou da performance da equipa, mas disse que é preciso melhorar. Precisamos de maior eficácia na primeira parte. Momentos em que faltaram mais homens dentro da área. Acho que na segunda parte mostramos uma atitude de tentar ganhar o jogo, marcar dois gols de bola corrida é um bom sinal. Temos muitos erros em posse, precisamos ajustar isso. São aspectos que podem acontecer num jogo amigável e que é o objetivo do jogo antes do mundial. O jogo ficou ainda marcado por confrontos entre os jogadores das duas equipes, que levou a expulsões de ambos os lados. Quanto ao cartão vermelho recebido por Rafael Leão, o selecionador acredita que permitiu mais duelos e mais espaço para o jogo. Vai ser um mundial que precisamos estar preparados para esperar o inesperado. O cartão vermelho chega e isso fez com que tivéssemos 10 contra 10, mais espaço, mais duelos, que era o objetivo de jogar contra o Chile. Acho que foi um jogo para preparar contra a Colômbia, muito interessante. Acho que é um sinal não só pro Rafael, para toda a equipe. Nós temos muita vontade. Gostaria de ficar primeiro com a boa disciplina do jogo posicional do Rafael, porque o Rafael fez uma época numa posição totalmente diferente e não é fácil ajustar, mas claramente é um bom exemplo para nós que não podemos entrar na frustração. As declarações de Roberto Martínez após o jogo amigável contra o Chile, antes de rumar pro mundial. O segundo amigável está marcado para a próxima quarta-feira, dia 10, frente à Nigéria, no Estádio Doutor Magalhães Pessoa, em Leiria. É o ponto final neste jornal das 17h. A informação volta a ser atualizada às 17h30.