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Os nossos fazedores de opinião em Portugal não querem, insultam e desdenham a companhia SpaceX que tem a missão extraordinariamente ambiciosa e valida de "expandir a consciência pelo universo" começando por explorar Marte e providenciar serviços baseados em satélites como internet em toda a Terra. Amam tanto o dogma do socialismo e são tão avessos às pessoas reais que por eles toda a humanidade pode desaparecer sem plano B para ameaças cósmicas. Igualmente por eles todos os portugueses podem desaparecer de Portugal se deixar de haver bons empregos. Continuem a emigrar todos os que se formarem. Continuemos só a depender do turismo sem plano B até algo que ameace o turismo aconteça. O que é preciso é manter a pureza do socialismo e as pessoas que se danem. Por eles, não precisamos cá de grandes empresários tecnológicos que criem grandes companhias inovadoras para empregar jovens licenciados qualificados. Onde o visionário CEO da Space X vê e cria uma oportunidade enorme para toda a humanidade que já está a empregar e vai ainda empregar mais dezenas de milhares de engenheiros (como os jovens que fogem de Portugal), além de potencialmente enriquecer milhões de acionistas (todos os que tiverem no mínimo 135 dólares para comprar pelo menos uma ação após a oferta publica inicial), os nossos analistas de serviço veem um pecado capital de gula antimarxista. "Não criarás bons empregos! Não tornarás o teu país mais rico e avançado tecnologicamente! Viverás sempre do estado e para o estado." Tais socialistas lusos ainda dogmáticos 50 anos depois de Sottomayor Cardia os aconselhar a não o serem, dizem-nos ser uma maldição tanta ambição na missão por parte do CEO da SpaceX Elon Musk com provas dadas na execução do futuro na Paypal e Tesla, e tendo sido o financiador inicial do ChatGPT da OpenAI. Por eles Thomas Edison também nunca deveria ter sido financiado por JP Morgan e inventado a eletricidade nem ter tido a ambição de iluminar o mundo inteiro, dando excelentes empregos a inúmeras gerações de engenheiros e enriquecendo ainda hoje muitos americanos que detêm ações da GE vernova que descende das companhias de Edison. Quase que conseguimos imaginar uma cronica portuguesa dos camaradas lusos que poluem os nossos canais de TVs e jornais se estes conseguissem viajar no tempo: "Um falso génio que já falhou tantas vezes e um banqueiro capitalista imundo querem iluminar o mundo. Para quê tanta ambição capitalista se estamos tão bem às escuras?" A esmagadora parte dos jornalistas e cronistas na comunicação social nacional, querem que os portugueses continuem por mais décadas ainda pobres e sobretaxados pelo estado do qual dependem para tudo e para o qual trabalham a pagar impostos sobre o rendimento até quase aos 70 anos (e se calhar mais no futuro antes da reforma). Querem que cá não haja empresários visionários e inovadores e que assim não existam grandes empresas que geram excelentes salários para muitos milhares de empregados e milhões de acionistas. Os portugueses dão tudo - para receberem quase nada - ao sorvedouro do estado. Portanto ficam sem dinheiro disponível do ordenado para habitação quanto mais para comprarem ações da SpaceX. Os analistas lusos gostam disso porque dizem que a SpaceX é uma fantasia maldita. A maioria dos americanos comuns prosperam comprando ações dessa (a oferta publica, está para breve) e doutras companhias tecnológicas nas suas contas de reforma, reformando-se mais cedo e com muito mais dinheiro que os portugueses. Enquanto isso os portugueses conformam-se com isto e não questionam tal triste destino socialista. Isto porque o nosso espaço público está dominado por uma corrente de opinião homogénea que, em vez de ponderar e refletir, limita-se a replicar acriticamente a oposição de esquerda nos EUA ou doutros dogmáticos de esquerdas internacionais. Sem nunca nos dar a versão do centro-direita. Com pensamento tacanho e limitado assim de extrema-esquerda dos seculos passados espalhada por todos os nossos canais de TV e jornais na era da AI como vamos gerar empregos qualificados e evitar a saída de jovens qualificados, sem ser a sustentar mais funcionários públicos vindos dos partidos? Não vamos enquanto permitirmos tanta opinião marxista tóxica empobrecedora prevalente sem qualquer contradição. Quase ninguém lhes chama a atenção que há uma alternativa muito melhor ao empobrecimento nacional de esquerda que eles defendem há 5 décadas, sem nenhuma evolução. Pelo contrário, há regressão, o PS de hoje por exemplo parece-nos muito mais marxista que os seus fundadores alguma vez foram. Onde dantes havia engenheiros tecnológicos como Tito de Morais hoje são sociólogos marxistas. Os fundadores do PS há 50 anos denunciaram a destruição da Lisnave pelo PCP, os socialistas de hoje provavelmente iam para lá partir tudo e ameaçar todos os que quisessem trabalhar também. Entretanto nos EUA há contraditório entre gerar riqueza e redistribuí-la. Há uma balança entre as ideias de direita e da esquerda para encontrar o melhor caminho. Aqui o caminho é sempre à esquerda. Se damos palco ao ator De Niro contra a direita, também deveríamos dar palco ao ator James Woods contra a esquerda. A realidade estará certamente algures entre os dois. Se há TV americana de esquerda permitida em Portugal também deveria haver TV americana de direita. Não há. Para as nossas candeias jornalísticas só há uma versão: vão todas atrás de camaradas como Sanchez e nada iluminam. Esse socialista espanhol está longe de ser um modelo a seguir no Antiamericanismo básico e contraproducente. Devíamos ao menos ponderar, escolher um caminho diferente desses modelos marcados pela controvérsia e pelo pântano político assentes no clientelismo crescente estatista. Estamos mesmo em frente aos EUA; devíamos era aprender com os americanos e estabelecer cada vez mais pontes económicas com os EUA. Deveríamos louvar e colaborar em vez de criticarmos empreendedores visionários americanos, sermos fiscalmente livres, deixando a Espanha a empobrecer sozinha no socialismo de um produto interno bruto per capita cada vez mais baixo. Eles que importem mão de obra barata que nós podíamos e deveríamos seguir por outro caminho: o da mão de obra qualificada e adaptada aos desafios futuros das máquinas inteligentes. Nas 10 maiores companhias do mundo por valor de mercado, 7 são americanas e nenhuma é europeia quanto mais espanhola ou portuguesa. Entre as 100 mais valiosas companhias de tecnologia do mundo a maioria são americanas, muitas geridas ou fundadas pelos melhores imigrantes legais do mundo, como Musk que vêm parar aos EUA, não à Europa. Da Europa os europeus têm de fugir se querem fundar companhias sem serem confiscados e demonizados pela ousadia de arriscarem e criarem riqueza e bons empregos. Os EUA, devido às ideias de centro e direita, economicamente liberais, focam-se em produzir cada vez mais riqueza, recompensando o esforço e mérito. A Europa tomada pela esquerda omnipresente, resiste ao contraditório só pensa em regular e redistribuir uma cada vez mais escassa riqueza, criando simplesmente pobreza e recompensando principalmente a inatividade e tibieza. Combater a pobreza não é tornar todos pobres. É possibilitar a criação de riqueza. Em Portugal há marasmo económico há décadas porque não há alternativa ao mesmo pensamento, sempre à esquerda. Querem redistribuir algo que nunca deixam florescer. Atiram-se nos jornais e canais de TV contra quem quer empreender. As ideias e ações do partido da direita americana e dos empresários seus aliados sobre baixar impostos e diminuir regulação para alavancar uma economia privada dinâmica e inovadora, geradora de salários e poupanças altas, além do combate ao desperdício, ineficiência e fraude no estado, são pintadas por uma corrente de opinião excessivamente homogénea lusitana como vindas de loucos perigosos. Isto apesar de enquanto a economia americana desenha políticas eficazes de imigração legal para atrair capital humano altamente qualificado de regiões emergentes como o Sul da Ásia, Portugal tem assentado o seu modelo económico em fluxos migratórios de baixa qualificação e mão-de-obra precária. O drama nacional não é a imigração em si, mas sim a assimetria de talento: exportamos os nossos jovens licenciados e importamos precariedade e baixas qualificações, perpetuando um modelo de baixos salários em vez de apostarmos numa economia de valor acrescentado, ligada as tecnologias de IA, robótica e exploração espacial. Por exemplo os EUA, para empresas com a SpaceX, atraem os indostânicos mais qualificados (muitos doutorados em novas tecnologias) e mais bem pagos do mundo. Essa comunidade nos EUA aufere uma mediana de 12 000 euros por mês ou 12000% a mais que aqueles que vem para Portugal. É das mais bem-sucedidas nos EUA por ser tao qualificada. Mas virem a Portugal só se for nas férias ou na reforma. Mesmo assim, os nossos analistas de serviço lusos insistem todos que são os baixíssimos salários e a imigração desqualificada que vão salvar a economia e segurança social nacional. Os nossos políticos atrevem-se a dar, sem parar para pensar nos próprios erros, dicas arrogantes aos americanos sobre como gerir a imigração. São motivo de chacota internacional porque nem as longas filas para os passaportes no aeroporto de Lisboa conseguem reduzir. Deixaram sair impávidos quase 2 milhões de emigrantes qualificados desde o início do seculo XXI. O irresponsável Costa facilitou a entrada de incontáveis centenas de milhares de imigrantes sem a devida triagem ou capacidade de integração nos serviços públicos. No entanto acham-se capazes de criticar e resolver as políticas de imigração e contratação dos EUA. Por eles, todas as maiores empresas americanas tecnológicas acabavam, "pondo na ordem" os seus fundadores e executivos visionários. Num país tão parco em empresas tecnológicas com bons salários para jovens qualificados alguém como Musk tem de ser mais elogiado e menos odiado ou invejado. Inveja deveríamos ter era dos americanos não terem só marxistas na comunicação social como acontece em Portugal. Vivemos há 50 anos conformados a sonhar com um paraíso marxista que já está mais que visto que nunca chegará e o que deu foi nisto de estarmos na cauda da Europa. O Portugal pós 25 de Abril manteve o futebol (não temos problema com isso é uma das poucas áreas lusitanas onde o esforço e o mérito são recompensados e reconhecidos internacionalmente) mas substituiu o Fado e Fatima por marxismo e conformismo. Não há reflexão triste cantada sobre a nossa péssima situação nem ambição divina para a melhorar. O status quo que nos mantém na pobreza em Portugal nem às estrelas quer chegar, se isso significar enriquecer. Os estranhos mandamentos de tais camaradas vão ao ponto do "não chegarás às estrelas!" e "permanecerás pobre como todos os outros."